13 setembro 2011

Peças dispersas

Você é aquele amor insistente, que volta quando deseja. Não pede permissão e também não entra pela porta da frente, somente em sonhos é que me beija. Silencioso, vem pelos fundos, quase imperceptível. Mas daí me agarra com aquela força que mal consigo raciocinar. Como se amor e lógica andassem juntos! Assim como tu e eu, remotamente impossível de acreditar. E você, meu amor, é sim um quebra-cabeça. Desses tão infantis que facilmente podemos montar. Mas tu, com esse seu amor engraçado, faz de mim um tolo. Incapaz, inocente, desorienta-me apenas por existir. E aí... Bem, quisera eu ter como juntar cada peça e compreender. Tão difícil! Por que? Meu quebra-cabeça é você.

3 comentários:

  1. Sábias, perfeitas e intensas palavras...

    ResponderExcluir
  2. Oi Pedro, aqui é a Flávia, do jornal Estado de Minas. Eu queria conversar com você sobre O menino embaixo da minha cama. Me manda um email no flaviadenise.mg@diariosassociados.com.br

    Valeu!

    ResponderExcluir